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Esta imagem, de uma ironia mordaz, confronta-nos com a utopia da eterna juventude.
A Barbie, ícone de perfeição inatingível, surge aqui com as marcas naturais do tempo, rugas e flacidez, numa dissonância hilariante. É um murro no estômago dos padrões de beleza irrealistas, que nos empurram para uma busca incessante contra o inevitável.
Que sirva de lição: a beleza reside na autenticidade das histórias que o tempo esculpe em nós, não na plástica estéril.
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