O Amor não se reformou

Duas figuras sentadas, um mundo inteiro atrás delas. 
A frase insiste, provoca, quase ridiculariza a prudência. 
O amor, esse imprudente crónico, nunca se reforma. E ainda bem. 
Porque é nessa teimosia que sobrevivem os dias iguais e as noites demasiado longas.

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