Entre olhares e joaninhas: quando o Wi-Fi emocional tem sinal máximo


'' ... A mais bela ponte construída no planeta é a distância entre um olhar e outro ... ''
Mario Prata

Há dias em que um olhar diz tudo e outros em que parece que estamos todos em modo “carregando…”. A frase de Mario Prata lembra-nos que a distância entre dois olhares não é um vazio, mas uma ponte. E que ponte curiosa: não precisa de cimento, só de atenção.

A imagem ajuda à conversa: uma coruja com ar meio entediado, meio filósofo, e uma joaninha pousada no bico como quem diz “relaxa, vai correr bem”. É quase um meme existencial. Entre o olhar cansado da coruja e o ponto vermelho da joaninha, há uma história inteira. Talvez um encontro improvável, talvez um lembrete de que até o mais sério dos dias merece um toque de leveza.

No fundo, todos nós construímos pontes invisíveis o tempo todo: quando sustentamos o olhar de alguém, quando desviamos por timidez, quando sorrimos com os olhos (mesmo de máscara, lembram-se?). Às vezes, a ponte é curta e direta. Outras, dá uma volta imensa até chegar ao outro lado. Mas quando chega, é magia simples: conexão.

E se hoje a ponte parecer longa demais, faça como a joaninha: pouse, respire e fique ali um bocadinho. Pode ser que o outro olhar encontre o seu. E, nesse instante, o mundo inteiro atravesse consigo.

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