"O Banquete" está a bater todos os recordes

Há números que são apenas estatísticas. E há números que contam uma história.

O O Banquete acaba de alcançar os melhores resultados de sempre em número de acessos e de partilhas. Nunca tantas pessoas leram, comentaram, recomendaram e fizeram chegar estes textos a outros leitores.

Num tempo em que a velocidade vence, tantas vezes, a profundidade, este crescimento tem um significado especial. Demonstra que ainda há quem procure reflexão em vez de ruído; argumentos em vez de slogans; opinião em vez de propaganda.

Este não é um sucesso meu. É um sucesso de todos os que, diariamente, entram neste espaço, regressam, discordam, concordam, partilham e ajudam a que cada publicação chegue mais longe.

Cada leitura é um voto de confiança. Cada partilha é um gesto de generosidade. Cada comentário prova que vale a pena continuar a escrever, mesmo quando os temas são incómodos ou desafiam o pensamento dominante.

O O Banquete nasceu para ser um espaço de liberdade, sem amarras, sem filtros de conveniência e sem medo de levantar perguntas difíceis. Continuará a sê-lo.

A todos os leitores, seguidores e amigos que têm caminhado ao meu lado, deixo uma palavra simples, mas profundamente sentida: obrigado.

Continuemos a fazer crescer esta mesa onde cabem as ideias, a crítica, o humor, a ironia e, sobretudo, a liberdade de pensar. 

Enquanto houver quem leia, haverá razões para escrever. Enquanto houver quem partilhe, haverá esperança de que as ideias continuem a viajar. 

O melhor ainda está para ser escrito.

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