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O problema da guerra não é apenas o estrondo, é também a sua capacidade de se disfarçar de normalidade.
Aqui, a flor não consola, ironiza. É um símbolo frágil, quase ofensivo, colocado diante de uma máquina feita para esmagar tudo o que resista, incluindo a consciência.
E talvez seja essa a maior obscenidade humana: tentar perfumar o impossível, como se a barbárie se tornasse mais tolerável por causa de uma pétala.

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