- Obter link
- X
- Outras aplicações
Na rua da Senhora do Socorro
- que se lixe o »Zé Portuga»!
Estou indignado com a aparente indiferença da edilidade, dos seus serviços de fiscalização/monitorização a esta obra em particular. Tudo parece muito obscuro e até inconfessável.
Fosse esta situação descoberta por uma edilidade atreita a exigir o integral cumprimento da legislação aplicável e nem sequer um terço do até hoje ocorrido passaria impunemente.
Ponto prévio: resido, desde 2006, na rua da Senhora do Socorro, em Albergaria-a-Velha.
Com o início da edificação de uma urbanização que agora preenche o espaço de uma emblemática fábrica da vila, tenho reportado à Câmara Municipal e a outras autoridades o que julgo poderem configurarem atropelos nà lei.
Em rigor, sublinha-se, estará em causa o respeito pelo inscrito na Lei, i.e., a protecção dos cidadãos contra qualquer ofensa à sua personalidade física ou moral e, principalmente, a protecção da tranquilidade, da segurança e do bem-estar. Neste particular, entre muitas questões susceptíveis de melhor esclarecimento, importaria saber:
Por mim falo. Estou cansado de obras que, sensivelmente pelas 07.15 horas, se iniciam com inenarrável estrondo por meio de betoneiras e rebarbadeiras, seja dia útil, sábado ou feriado. Dia após dia. Semana após semana. Mês após mês. Estou esgotado com a deposição de materiais a altas horas da noite que indispõem quem (incluindo crianças) deseja simplesmente adormecer após um exigente dia de trabalho.
Ao fim destes mais de três anos de constrangimentos de índole diversa à normal prossecução da minha vida familiar, é grande a tristeza por constatar que não posso ter janelas abertas tal é o fluxo de poeiras que irrompe pelas divisões da casa. É revoltante verificar que as paredes exteriores da moradia - como as demais - se encontram irremediavelmente conspurcadas tendo sido pintadas somente em Abril de 2006. Noutro concelho, porventura "normal", o dono da obra seria obrigado a pintar as moradias de modo a deixá-las como estavam antes das obras.
Nestes últimos tempos, é o pó de pedra que até é deixado (tal será o sentimento de impunidade...) em parques de estacionamento, limitando o tráfego automóvel. Mais: é largado sem ficar devidamente acondicionado por forma a proteger os residentes e seu património dos ventos que o transportam (vide fotos). As roupas, os móveis e os pisos ficam num estado lastimável. A nossa qualidade de vida está por isso gravemente diminuída.
Estou indignado com a aparente indiferença da edilidade, dos seus serviços de fiscalização/monitorização a esta obra em particular. Tudo parecerá muito obscuro e até inconfessável.
Fosse esta situação descoberta por uma edilidade atreita a exigir o integral cumprimento da legislação aplicável e, quiçá, nem sequer um terço do até hoje ocorrido passaria impunemente.
- Obter link
- X
- Outras aplicações
Comentários
Enviar um comentário