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Bem-vindos à nova casa d’O Banquete

Na suspensão do tempo: o abraço que adia o adeus

Abraços: o silêncio que fala alto

Na palma de ninguém: o lar quando já não há mais onde cair

Odeio não saber odiar

Mãe projetada, afeto em suspenso. Quem alimenta quem?