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EDP, PT e Zon travam proposta
do Governo para cortar salários
»Governo defende um corte salarial de 5% no salário fixo da equipa de gestão e o não pagamento de prémios, mas a proposta nem sequer vai ser discutida.
O braço-de-ferro entre EDP, Portugal Telecom (PT) e Zon e o accionista Estado intensificou-se na véspera das assembleias gerais de accionistas das três empresas, nas quais já era esperada contestação à volta das propostas da Caixa Geral de Depósitos (CGD) e da Parpública para cortar 5% do salário fixo da equipa de gestão.
(...)
Na EDP, onde o Estado tem uma participação directa e indirecta de 25,6%, a proposta tinha uma forte probabilidade de ser aprovada. Ao contrário dos restantes accionistas, que têm os seus direitos de voto limitados a 5%, a Parpública e CGD podem exercê-los na íntegra.»
(Filipe Alves e Cátia Simões, in "Económico")
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