A doença de Parkinson ainda não tem cura, mas há uma cirurgia capaz de devolver a qualidade de vida aos doentes.

Entrar no cérebro para


enganar o Parkinson



 


A cirurgia chama-se estimulação cerebral profunda e dura o dia todo, sempre com o doente acordado. Foi o Hospital de S. João, no Porto, que estreou este procedimento no país, em 2002. Desde aí os aparelhos evoluíram e já se realizaram mais de 300 intervenções. Em Santa Maria fazem-se três a quatro por mês.

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