Do passado ao presente

História da novel


cidade de Albergaria


No ano de 1117, D. Teresa deu a Carta de Couto de Osseloa (bairro com o nome de Assilhó) ao fidalgo Gonçalo Eriz, tornando-o senhor de vastas terras, com a obrigação de manter uma albergaria ali localizada, para a ajuda de viajantes, pobres e doentes.
Em 1809, as tropas francesas, comandadas pelo General Soult, destruíram e saquearam alguns bens religiosos e civis das freguesias do concelho, tendo sido o maior combate na freguesia de Branca.



FOTO retirada daqui


Albergaria não teve carta de foral, tanto que a coroa não exercia direitos sobre ela. Com a reforma administrativa de 1842, Albergaria-a-Velha afirma-se como Concelho, incluindo a freguesia do mesmo nome, mais as de Alquerubim, S. João de Loure e Vale Maior. Em 1853/55, foram anexadas ao concelho as freguesias de Angeja, Frossos, Branca e Ribeira de Fráguas. O concelho abrange uma área de 155,4 km2, subdividida em oito freguesias: Albergaria-a-Velha, Alquerubim, Angeja, Branca, Frossos, Ribeira de Fráguas, S. João de Loure e Vale Maior.
Em 2005, o concelho apresentava 25 230 habitantes. A novel cidade compreende uma área de 26,77 quilómetros quadrados e contava, em 2001, com 7.421 habitantes, sendo o número actual de eleitores de 7.153, de acordo com o DR de 3 de Março de 2010, estimando-se que este número possa ter entretanto aumentado.
Do património arquitectónico são de destacar a Igreja Matriz, dedicada a Sta. Cruz com talha dourada dos séculos XVII e XVIII; as casas da fonte (séc. XVIII); a Casa do Mouro (séc. XVIII); a Casa e a Capela de Sto. António, do mesmo século; a capela de S. Sebastião, com retábulo de talha dourada (séc. XVII); a Capela de S. Gonçalo, no Sobreiro; a Capela de S. Marcos, que possui algumas esculturas medievais de calcário; e o Pelourinho de Angeja, classificado como Imóvel Público.
Existem também alguns achados arqueológicos, como as mamoas do Taco.


JMAlho

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