Uma injustiça para quem já foi alvo de fusão. Mas o país não suporta semelhante despesa com tantos cargos dirigentes quando se pode poupar 400 milhões de €uros...

Contexto político terá


paralisado criação


de megagrupamentos



 


No fim de contas, uma linha atravessa a outra, e a ideia dos presidentes coincide: seguir com o processo de megagrupamentos onde fizer sentido e cancelar todos os outros previstos. "Que são a maioria", defende Manuel Pereira. E, remata Adalmiro Fonseca: "Cada realidade é uma realidade diferente."

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