A leitura do acórdão deu conta de que "não foram provados os factos que poderiam condenar criminalmente" Manuel Maria Carrilho.

Carrilho ilibado dos crimes


de difamação e ofensa


a Cunha Vaz


 


O advogado de Carrilho sublinhou ainda o facto de ter sido uma decisão unânime do coletivo de juízes, sendo prova de que “o nosso país está a evoluir no sentido de liberdade de expressão”.


Por seu turno, o proprietário da Cunha Vaz, António Cunha Vaz, disse que irá recorrer da decisão judicial que não o surpreendeu.


“Já estava à espera deste desfecho, mas é claro que vamos recorrer”, afirmou.  António Cunha Vaz disse ainda que “o arguido [Manuel Maria Carrilho] tem um problema de ego por ter perdido as eleições”.


“Chamar corrupto e mercenário não é ofender. Foi dado tudo como provado mas foi absolvido. Disse que eu ando a comprar jornalistas, portanto podem passar no meu escritório para irem receber o cheque”, ironizou.

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