O Movimento Escola Pública considera que a cultura de exames põe em causa a igualdade de oportunidades e que o programa do Governo terá "consequências graves" na qualidade da escola pública.

Movimento Escola Pública


contra ‘examocracia’


 


"Através de provas para o 4.º ano, provas finais de ciclo no 6.º e 9.º anos, com um peso na avaliação final e exames nacionais no 11.º e 12.º ano", prevê-se que a introdução de exames com peso na avaliação final seja um mecanismo de selecção para definir prematuramente o percurso escolar dos alunos, transformando a escola num centro de treino para exames e alimentando ainda mais o negócio crescente das explicações privadas", lê-se em comunicado.

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