A ver vamos...

Revisão dos juros da


ajuda externa dá


folga no défice


 


Na prática, quer dizer que em 2012, se o Governo não abrandar os esforços de consolidação e cumprir o que está previsto no memorando de entendimento com o Fundo Monetário Internacional, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia, o défice deveria terminar nos 4,3%, em vez dos actuais 4,5% que estão previstos. Pelo mesmo princípio, o défice chegaria a 2,1% do PIB em 2014.

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