Valerá a pena?...

Inspecção vai analisar


casos de entradas em


Medicina através do


ensino recorrente


 


A possibilidade de entrar no ensino superior através do recorrente não é nova. Este ano, no entanto, verificou-se que aquela modalidade de ensino – concebida para proporcionar uma segunda oportunidade a maiores de 18 anos que abandonaram precocemente o sistema educativo – foi aproveitada por bons alunos para conseguirem o valor ou as décimas que fazem a diferença entre entrar ou não em Medicina. Terá acontecido com várias dezenas de estudantes, que no ano passado se candidataram com médias do secundário inferiores a 18 valores e este ano se apresentaram a concurso com uma redonda média de 20 relativa aos mesmos anos – 10º, 11º, e 12º de escolaridade.

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