O ruído do culpado.

Anders Breivik


declara-se inocente


 


"Reconheço os fatos, mas não reconheço a minha culpa" no sentido penal, disse o acusado.


Momentos antes da declaração de Breivik, a procuradora Inga Bejer Engh tinha lido a ata de acusação e os nomes das oito vítimas pela explosão de um carro-bomba perto da sede do governo norueguês. Nesse momento, Breivik olhou para baixo.


Posteriormente, a procuradora abordou a morte de 69 jovens na ilha de Utoya. Na sala reinava um silêncio quase religioso, e só se ouvia a leitura dos nomes enumerados por Bejer Engh. Breivik manteve a cabeça baixa.

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