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Coentrão julgado por


não pagar a advogada


«Fui advogada oficiosa do Fábio num processo de ofensas corporais à porta de uma discoteca e não houve problemas. Quando um amigo dele foi preso com haxixe, ligou-me e pediu-me para o defender. Disse-me que assumiria todas as despesas. Eu cumpri a minha parte e os honorários eram de 2500 euros», explicou, ao Jornal de Notícias, Eva Vilaça, a advogada, que, no ano passado, dois dias antes do julgamento do amigo de Coentrão, garante ter recebido do jogador uma transferência de 500 euros.


 

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