De António Morais.

Um lugar para não viver


»É uma curta de intervenção social e política, que pretende levar à reflexão sobre o caminho que estamos a seguir.


Um homem que não desiste de ter esperança. Tudo lhe foi tirado e ainda assim encontra uma forma de sobreviver.


É necessário construir um lugar e um tempo para que todos possamos viver. Esse lugar ainda não foi construído por nós nem pelos nossos governantes.


Governar significa conduzir, dirigir. Gostaria de pensar que governar significa também cuidar.


Parece que ninguém nos soube conduzir, dirigir, nem cuidar.


Temos que ser nós a conduzir-nos, a dirigir-nos e a cuidar-nos!


Apesar de tudo ainda há esperança! Ela está dentro de nós.» (SIC)



Retirado daqui

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