Sindicalismo docente não vai lá com cromos e trauliteiros.

sindicalismo docente.jpg


 Imagem retirada do mural do FB da página "Quem se preocupa com os Professores do 1.º Ciclo?"


 


A forma trauliteira como alguns dirigentes sindicais se dispõem, por meio de uma verborreia ignóbil, a insultar colegas de profissão (mas daqueles colegas que trabalham, que dão aulas, que estão nas escolas a sofrer também com a incompetência daquelas vácuas figuras) dispensa qualquer comentário. É por existirem personagens assim que a classe docente está com o prestígio social pelas ruas da amargura. Isto não vai lá com cromos. Há muito que os cidadãos honestos e independentes o perceberam.



O tipo de sindicalismo assente no ritual de sacar o valor percentual de uma quota mensal sem prestar contas, acumulando durante anos fracassos e negligências, sem nada de positivo para apresentar que não seja a tosca convocação de greves, está esgotado.



 

Sei bem das parolas e tardias tentativas (consciência pesada...) que uma federação sindical fez recentemente. A minha mulher é associada daquela organização e tem dado para ver o chorrilho de asneiras e inanidades, polvilhadas com paradigmática incompetência, que - com a profética liderança de um punhado de ineptos - se têm feito e dito. Até apetece perguntar: há quantos anos não se fazia uma publicação panfletária só sobre o 1.º Ciclo?

O que fizeram os sindicalistas quando acabou o regime especial de aposentação foi extinto? O que fizeram com as últimas e sucessivas alterações ao horário do 1.º Ciclo? 

 

O tipo de sindicalismo assente no ritual de sacar o valor percentual de uma quota mensal sem prestar contas, acumulando durante anos fracassos e negligências, sem nada de positivo para apresentar que não seja a tosca convocação de greves, está esgotado. É preciso outra representação, credível, séria e (muito) mais bem educada - mormente para o GR mais numeroso (GR 110 - 1.º Ciclo).

Comentários