Pensando em 2015 (III)

RECUPERAÇÃO POLÍTICA E ECONÓMICA


Agora que a maioria dos portugueses começa a pensar em como juntar os cacos, importa reabilitar desígnios que a todos juntem numa verdadeira empreitada civilizacional. A recuperação política, além de outros atores, reclama outras práticas radicadas na prossecução do bem comum e na promoção da dignidade da pessoa humana. Daí que a função do Estado, no combate às injustiças, se afigure crucial na definição  do padrão da ação governativa desejada. As políticas redistributivas, a que se alude frequentemente para engrandecer os méritos do modelo nórdico, exigem um Estado bem gerido, com a apropriada transparência e o apertado escrutínio de cidadãos atentos e bem informados. Assim se conclui que a recuperação económica só será efetiva e duradoura se associada à premente reabilitação da Política.


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