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O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho (PPC), negou recentemente que tenha incentivado os jovens portugueses a procurarem emprego no estrangeiro, classificando de «mito urbano» uma afirmação nesse sentido.
O certo é que, em entrevista ao “Correio da Manhã”, concedida em dezembro de 2011, e quando questionado sobre se aconselharia os «professores excedentários que temos» a «abandonarem a sua zona de conforto» e a «procurarem emprego noutro sítio», Passos Coelho concretizou: «Em Angola e não só. O Brasil tem também uma grande necessidade ao nível do ensino básico e secundário». «Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e portanto nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma: ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado da língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa”, aclarou.
Como Sá de Miranda, «M'espanto às vezes, outras m'avergonho».
Por este andar, PPC ainda nos vai querer convencer de que, afinal, nunca quis a tal “refundação do Estado”!
Confesso: já não tenho pachorra para as suburbanidades de massamá-city...
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