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A construção de uma nova superfície comercial, integrada na cadeia “Pingo Doce”, situada junto à EN1, num terreno que pertencia a António Loureiro (AL) e a um familiar, originaram compreensível discussão. Diz-se que tudo terá começado com o mal-estar dos nossos comerciantes que, segundo o Jornal de Notícias, de 19 de maio, «recusam a concorrência». Assentemos que o argumento centrado na “recusa da concorrência” não será – a confirmar-se – o mais feliz e assaz mobilizador. Vivemos outros tempos. Felizmente. No entanto, é importante que, a propósito da abertura deste franchising, se escrutine, com malha apertada, todas as questões que contendam com a ação dos eleitos, sejam eles locais ou nacionais.
O Presidente de Câmara não se escondeu. Prestou esclarecimentos junto de quem, às claras, o inquiriu. Enunciou os benefícios para o Concelho deste investimento (criação de dezenas de postos de trabalho + edificação de arruamentos a suportar pelo investidor) que atestam, pelo exemplo, o que fazer quando legítimas dúvidas são levantadas. Julgo saber que AL encarou este dossiê com olímpico espírito democrático, do género ”outro tanto faria eu se estivesse na posição de quem não tem toda a informação”.
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