Há um limite.


Numa conferência em Castelo Branco, sobre política e justiça, José Sócrates chegou a comparar-se a Luaty Beirão, o ativista luso-angolano na altura em greve de fome, preso há quatro meses com acusação e à espera de julgamento. De nada vale dar sermões de moral a respeito da violação de direitos humanos fundamentais, execrando abusos de poder, quando, na pose de governante, se partilhou a tenda com Khadafi e se passeou alegremente em descontraídos programas de jogging em Caracas, Pequim ou mesmo Luanda.

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