A única revolução.


Vem-me à memória José Saramago que, numa entrevista ao jornal “Diário de Notícias”, asseverou com profética sapiência: «A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo.»

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