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Nicholas Negroponte, cientista norte-americano e professor do Media Lab, o laboratório de multimédia do Massachussets Institute of Technology (MIT) - que há mais de trinta anos antecipa o futuro tecnológico - prognostica agora que dentro de três décadas acederemos a informação não apenas através da audição ou do toque, mas da transferência direta de conhecimentos para o cérebro. Negroponte ressalva que «a melhor maneira de aceder ao cérebro é através da corrente sanguínea com nanorrobôs. Assim, poderemos aprender línguas simplesmente tomando um comprimido». O homem não é para desprezar. Em 1984, ousou pressagiar que, num futuro não muito longínquo, deixaríamos de trabalhar com um rato e passaríamos a usar os dedos para comandar os computadores bem como dispensaríamos livros e jornais em suporte de papel para passar a lê-los online, através de um ecrã. Anunciou também os ecrãs táteis e as teleconferências. Por isso, longe de ser um lunático, este cientista alerta-nos, com tempo, para os perigos de esses comprimidos poderem dissimular lacunas ou falhas – que contendem com o caráter e a idoneidade dos indivíduos – em nome de uma falsa aparência radicada em competência(s) que alguns só adquirirão por ingestão. Inquietante.
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