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Ainda sobre a ‘solução’ encontrada para o Banif, socorro-me da ilustração de Daniel Oliveira, no jornal Expresso: «O Estado é como o pai de um jogador que, perante os azares do filho, continua a pagar-lhe as dívidas, garantindo que, por mais asneiras que o filho faça, todos podem estar descansados. Continuará a ser recebido em todos os casinos para gastar o dinheiro do pai.»
Paulo Portas deixou a liderança do PP. O tempo e a história atestam que estes abandonos estarão longe de ser irrevogáveis, pecando até por manifesta precipitação. O certo é que, de novo, Paulo Portas deixa o partido quando ambos perdem o poder, esse cimento afrodisíaco. Por isso, lembremos o que disse o líder centrista em 2005 (!): «Pedi sempre a Deus que me fizesse ver o tempo em que deveria sair. O tempo em que um ciclo termina. E que não ficasse nem mais um segundo para além desse tempo. Eu acho que terminou o ciclo político em que eu presidi ao CDS ao longo de sete anos.»
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