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Atente-se que a palavra arqueologia derivada do grego archaios, que significa “antigo” e de logos, que significa “ciência”. Mais do que nunca, a arqueologia assumiu-se como ciência social de crucial importância para melhor conhecer e compreender o passado do homem e das civilizações através do estudo de vestígios que perpassam séculos de existência.
E porque Albergaria acolhe a estação arqueológica de São Julião, na freguesia da Branca, um povoado do fim da Idade do Bronze, entre 1000 e 700 anos antes de Cristo, cumpre saudar a iniciativa da edilidade. Com efeito, a Câmara Municipal e o Centro de Arqueologia de Arouca estão a recrutar voluntários para as escavações arqueológicas em São Julião, que vão ser retomadas entre 1 e 19 de agosto. Em complemento, sublinhe-se que a autarquia disponibilizará o transporte entre o centro da cidade e o local das escavações, o almoço na cantina municipal, o seguro e um diploma de participação para mais tarde sancionar a memória de uma experiência ao jeito de uma memorável epopeia “Ainda sei o que fizeste no Verão passado”.
Depois de parada, a Parada da Primavera saiu à rua no passado dia 11. As ruas engalanaram-se e encheram-se de um colorido que tem escasseado no horizonte das nossas esperanças. Ainda assim, importa notar que o projeto “Albergaria em Flor – Unidos Criamos Valor” teve o mérito de implicar diferentes serviços da Câmara Municipal – Divisão de Planeamento, Gestão Urbanística e Requalificação Urbana, Divisão de Educação, Ação Social, Cultura e Desporto, Divisão de Ambiente e Serviços Urbanos bem como a Prave – Associação para a Promoção de Albergaria-a-Velha
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