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A tesoureira da Junta de Freguesia da Branca, Cristina Valente, demitiu-se. Ponto prévio em nome da lealdade e respeito devidos aos prezados leitores: considero-me amigo do atual presidente daquela autarquia, Carlos Coelho. Desde a infância e oriundos do mesmo bairro. Contudo, o caso que já vai fazendo correr tinta e suscitando polémica em múltiplas redes sociais requer apertado escrutínio e o cabal esclarecimento dos factos, para já, conhecidos. Não me considero na posse de toda a informação relevante para emitir uma opinião consistente pelo que não correrei o risco de dar palpites sobre matéria que desconheço na sua integralidade. O que a situação ora criada exige é que, no fim, não reste a mais ténue sombra de dúvida, a mais ligeira suspeição sobre quem efetivamente fez o quê. Os cidadãos merecem – e têm o direito – de saber a verdade. Toda a verdade.
Sob o ponto de vista exclusivamente político, o caso acontece no pior momento na ótica de quem é visado, a poucos meses de novo sufrágio eleitoral, podendo acarretar danos dificilmente reparáveis. A ver vamos o que o futuro próximo nos reservará.
Mercado Municipal em obras. A primeira fase da empreitada obrigou a alterações nos espaços de venda, mormente na colocação de uma tenda para os produtos frescos, junto ao Bairro das Lameirinhas. Uma opção, no mínimo, discutível pelos constrangimentos que coloca em matéria de estacionamento. Estima-se que, em janeiro, esteja concluída esta primeira de três intervenções. No caso concreto, mais do que alimentar a legítima expectativa de o novo equipamento significar uma vantagem para a coletividade albergariense, tenho a firme certeza que a obra se fará no prazo estipulado. Porquê? It’s just a guess…
Destaque para a Câmara Municipal e o Gabinete de Inserção Profissional que, em articulação com o Agrupamento de Escolas de Albergaria-a-Velha, integrou duas jovens da nossa terra com deficiência e incapacidade em duas unidades de ensino dos agrupamentos de escolas de Albergaria e da Branca. Em razão da candidatura da edilidade a um Contrato de Emprego-Inserção+ do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, dirigida a pessoas com deficiência e incapacidade, este cometimento poderá ser, simultaneamente, um exemplo e um estímulo credíveis à integração profissional de pessoas com deficiência e incapacidade. Por isso, aqui fica, neste domínio em concreto, o justo reconhecimento à ação da Vereadora Catarina Mendes.
JMA
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