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Uma seguidora assídua, em simpático e-mail, abundantemente denunciado pelo excesso de generosidade, fez ainda assim questão de me apontar a dolorosa (para os visados) subtileza de algumas críticas veiculadas neste espaço, acabando por fazer apelo à minha (suposta) magnanimidade por forma a não afetar o humor de certas personalidades tocadas pelo meu olhar «pensadamente incisivo». Respondi-lhe com desassombrado à-vontade, fazendo minhas as palavras de Clarice Lispector: «Não me deem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir o meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma sempre.»
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