Bordalo, o «guerrilheiro da ironia».

Não foi suficientemente lembrado, mas comemorou-se, no passado dia 23, mais um aniversário sobre a morte de Rafael Bordalo Pinheiro, nascido em 1846. Caricaturista, ilustrador, ceramista, autor de banda desenhada, editor, decorador e figurinista, foi o maior artista plástico português do século XIX. Criador da figura do Zé-Povinho, que apareceu pela primeira vez nas páginas d' “A Lanterna Mágica”, periódico que se começou a publicar a 1 de Maio, sob direção literária de Guerra Junqueiro e de Guilherme de Azevedo. Ainda esteve na fundação dos jornais “Mappa de Portugal”, “Os Pontos nos ii”, “A Paródia” e “O António Maria”. Num mundo cinzento, a cor tomou força pela mão do sarcasmo e da ironia.


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