Sou candidato, como independente, à Presidência da Assembleia Municipal.

Só há uma liberdade:


a do pensamento.



Ponto prévio. Em nome da Honestidade. Em tempo oportuno, informei a Diretora do “Correio de Albergaria” (CA) da opção que fizera. Fi-lo em nome da correção e da lealdade que dispenso a quem sempre me respeitou. Serei candidato a Presidente da Assembleia Municipal no sufrágio eleitoral do próximo dia 1 de outubro, integrado, como independente, nas listas do PSD/Albergaria.


 



Deverá um candidato a qualquer órgão político ser impedido ou dispensar-se de, livremente, expressar a sua opinião, veicular as suas críticas e de apresentar as suas propostas? Obviamente que não.


 



Doravante, deverá o prezado leitor deste blog ou dos jornais para quem colaboro munir-se desta informação para melhor enquadrar a livre expressão do meu pensamento. Sem ilusões, subterfúgios ou truques, deverá sempre lembrar-se que sou parte do jogo democrático que daqui a cinco meses terá lugar. Cristalino.


 


Deverá um candidato a qualquer órgão político ser impedido ou dispensar-se de, livremente, expressar a sua opinião, veicular as suas críticas e de apresentar as suas propostas? Obviamente que não.



Tendo carreira profissional autónoma e há muito estabilizada, facto que acabará, a seu tempo, por prevalecer à opção ora assumida, achei, muito sinceramente, que chegara o tempo de NÃO abandonar combates, de NÃO fechar as portas à alternativa e de NÃO mais consentir que os do costume façam o mesmo de sempre.



 


E também foi esse o entendimento da mui prezada Diretora do Jornal, Sara Quinta, numa tomada de posição que só honra a minha opção de, em agosto de 2012, ter aderido a este projeto, de quem sou colaborador desde a primeira hora. De facto, os artigos de opinião no CA refletem a visão de quem os escreve e, numa sociedade plural e democrática, existe liberdade de pensamento, direito impenhorável que encontra justa tradução nos estatutos daquele jornal.


 


Muito recentemente, alguém que estimo, foi lesto a perguntar-me: «então por que carga de água o professor decidiu meter-se na política?!» A bem do rigor que decorre da aceção mais nobre do termo, sempre fiz e estive na Política. Na minha vida profissional, setor em que, sem exceções, fui eleito pelos meus pares para o exercício de várias funções onde afirmei valores, ideias e propostas. Na vida associativa, onde assumi cargos diversos e ajudei a protagonizar feitos marcantes. Na vida pública, onde há anos dou e ajudo a fazer opinião.


 


Tendo carreira profissional autónoma e há muito estabilizada, facto que acabará, a seu tempo, por prevalecer à opção ora assumida, achei, muito sinceramente, que chegara o tempo de NÃO abandonar combates, de NÃO fechar as portas à alternativa e de NÃO mais consentir que os do costume façam o mesmo de sempre.


José Manuel Alho


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