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Onde estão
o pensamento e a visão
que nos guiarão
até ao Futuro?
Na sequência do post anterior, importa observar criticamente os dados que os gráficos (em baixo) nos mostram. São claros, inequívocos e tremendamente preocupantes: há anos que Albergaria tem vindo a perder população, sem que o poder camarário consiga inverter tão danosa tendência.
Estamos, de novo, perante factos. Por isso, não vale a pena recorrer ao martelanço do costume.



| Fontes de Dados: INE |
| Fonte: PORDATA |
| Última atualização: 2018-01-25 |
Em razão do cenário ora divulgado, exige-se medidas ao nosso poder local nas áreas mais deprimidas do Concelho no sentido de fixar casais jovens.
Dado o perfil de Albergaria-a-Velha, urge aumentar a competitividade dos setores agrícola e florestal, sem negligenciar a promoção e a sustentabilidade dos espaços rurais e dos recursos naturais existentes.
Daí que defenda, intransigentemente, a revitalização económica e social das nossas zonas rurais.
No entanto, a estes objetivos estratégicos acrescem ainda outros objetivos, de caráter transversal, como o reforço da coesão territorial e social, e a promoção da eficácia da intervenção dos agentes públicos, privados e associativos na gestão setorial e territorial.
Mas ao poder autárquico vigente apresentam-se três desígnios absolutamente prioritários: a Diversificação da Economia e Criação de Emprego e a Melhoria da Qualidade de Vida.
A questão é saber se o atual executivo camarário tem visão e andamento, se ainda detém o poder de reformar e inovar, se ainda possui a coesão e a vocação para forjar o futuro. Em abstrato, as maiorias, conjunturalmente expressivas, logram, muitas vezes, deslumbrar os impreparados.
Diversificação da Economia e Criação de Emprego
Neste particular, preconizo a intervenção específica naquelas zonas mais fragilizadas, que contribua para a diversificação e o desenvolvimento de atividades económicas criadoras de riqueza e de emprego, possibilitando segurar população e aproveitar os recursos endógenos, convertendo-os em instrumentos de competitividade.
Melhoria da Qualidade de Vida
Urge, de igual modo, aumentar a acessibilidade da população dos territórios periféricos rurais aos serviços essenciais para a comunidade, em função até das necessidades diagnosticadas.
Em complemento, cumpre valorizar o espaço de vivência da comunidade, a qualidade de vida dos cidadãos e investir em melhores condições de acolhimento para os que vêm do exterior.
E tudo isto só se afigurará possível se apostarmos na conservação e valorização do Património Natural e Rural, sem nunca desistir de serviços básicos de qualidade para TODOS.
Uma visão incompatível para os que apostam no separatismo vertido na máxima de tratar, por exemplo, as Juntas de Freguesia consoante a cor do executivo circunstancialmente em funções.
Uma questão de visão e de andamento
A situação, tal qual nos é apresentada, exige humildade, visão e andamento para ser invertida. Estamos confrontados com genuínas mudanças de paradigma, que requerem uma resposta de qualidade e estruturalmente proporcionada.
A questão é saber se o atual executivo camarário tem visão e andamento, se ainda detém o poder de reformar e inovar, se ainda possui a coesão e a vocação para forjar o futuro. Note-se: em abstrato, as maiorias, conjunturalmente expressivas, logram, quase sempre, deslumbrar os impreparados.
José Manuel Alho
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