A força invisível da crença

Por estes dias, ecoa uma verdade simples, mas profunda: "Gosto de acreditar". Esta pequena frase carrega consigo um universo de possibilidades que se eleva à condição de essência da esperança. Em Portugal, com a nossa rica história de superação e de resiliência do nosso povo, acreditar transcende a mera convicção. É um ato de vontade, uma escolha consciente de manter o coração aberto ao futuro, mesmo quando o presente se mostra incerto.


"Gosto de acreditar" reflete aquela nossa capacidade intrínseca de sonhar, de depositar fé no amanhã e na bondade que (ainda) resistirá no mundo. Seja na força de um ideal, no potencial de uma pessoa, ou na promessa de um futuro melhor, acreditar é o motor que nos impulsiona adiante. É a luz que persiste, mesmo nas noites mais escuras, a melodia que teima em seduzir apesar do silêncio.


Esta afirmação, tão singela quanto poderosa, lembra-nos da importância de cultivar a esperança em cada passo. Em Portugal, sabemos que a fé move montanhas e que acreditar é a primeira resolução para transformar sonhos em realidade. É um convite à persistência, à resiliência e à inabalável convicção de que o melhor ainda está por vir. "Gosto de acreditar" é, afinal, um mantra que nos liga à nossa própria força interior e à beleza das infinitas possibilidades que a vida nos oferece.

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