Da melancolia, da vastidão e da eterna dança da natureza

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Ó mar salgado, quanto do teu sal


São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram,


Quantos filhos em vão rezaram!


Quantas noivas ficaram por casar


Para que fosses nosso, ó mar!


Excerto de "Mar Português", da Mensagem de Fernando Pessoa (ortónimo)

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