Ouvir sem ajoelhar: o poder da tolerância lúcida

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Tolerar não é capitular. Entender o outro não significa subscrever as suas ideias, mas sim reconhecer a sua humanidade.


No mundo profissional e até mesmo no político, onde os egos gritam mais alto que os argumentos, a verdadeira maturidade está em (saber) escutar sem a necessidade de aplaudir. 


Compreender visões distintas não enfraquece as nossas convicções — torna-nos lúcidos. A democracia vive desse equilíbrio: de podermos discordar com respeito e resistir com clareza. Só quem teme o contraditório confunde escuta com rendição.

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