A luz que nos ilumina. E que nos Incomoda.

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"Quem acende uma luz é o primeiro a beneficiar da claridade." Chesterton chamou-nos à atenção para algo óbvio e profundo: o agente da mudança sente o impacto direto do seu ato inovador. Mas essa luz acesa pode não ser apenas de conforto. Pode ser a vela que queima a pele do inesperado pioneiro.


Nem todos desejam luz, sobretudo se ela desnuda verdades incómodas, quebra rotinas e inquieta zonas de conforto. Assim, ser o primeiro a clarear o caminho é também assumir o desassossego do desconhecido, a solidão do farol solitário.


A verdadeira claridade exige coragem para confrontar sombras internas e externas, e nem sempre é doce. Chesterton desafia-nos, então, a repensar a ideia de luz: nem só é benéfica, também é perturbadora.


Quem acende uma chama, acende um conflito. E é nesse fogo que se forjam os verdadeiros caminhos da mudança.

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