A sabedoria ancestral: viver para chorar a partida, rir na eternidade

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A imponente figura de Confúcio, transporta-nos para uma reflexão profunda sobre o propósito da vida. Esta citação, intemporal na sua essência, condensa a máxima de que a verdadeira plenitude não reside no aplauso fácil, mas na construção de um legado de virtude e impacto.


Nascemos num choro que ecoa o início da nossa jornada, mas o desafio é transformar esse lamento inicial em risos de satisfação no final. Para mim, significa que a nossa existência deve ser pautada por atos que gerem respeito e saudade, que a nossa passagem pelo mundo deixe uma marca indelével de bem-fazer e de caráter.


Não se tratará de uma busca egoísta pela glória individual, mas sim de uma vida que inspire, que contribua para o bem comum, que, no fundo, nos torne merecedores das lágrimas de quem fica.

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