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Confesso, há dias em que o meu apelido — Alho — parece perseguir-me.
Eis senão quando me cruzo com esta magnífica obra de arte, um símbolo de paz feito de cabeças de alho. Sinto-me, neste caso, duplamente representado: não só pelo apelo à concórdia (tão rara nos dias que correm), mas também pelo inevitável cheiro familiar que, involuntariamente, levo comigo, mesmo sem pestiscar.
Afinal, se havia alguém talhado para defender uma paz bem temperada, só podia ser eu: o “Alho” de nome e, pelos vistos, também de aroma. Se a paz mundial dependesse do poder do alho, acreditem, já estávamos todos a celebrar: uns a brindar e outros a fugir do vampiro mais próximo.
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