Pobreza: a vergonha que ainda vestimos

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Vivemos num tempo em que a abundância coexiste com o vazio humano, em que uns desperdiçam o que outros imploram.


O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza deveria envergonhar mais do que celebrar. A pobreza não é destino nem estatística: é o resultado de escolhas políticas, de silêncios cúmplices e de um sistema que normaliza a desigualdade.


Erradicá-la não é um gesto de caridade, é um dever de justiça. Enquanto houver quem durma ao relento, quem passe fome ou veja negado o acesso à saúde e à educação, a sociedade falha no mais elementar dos princípios: a dignidade humana.

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