Sombras que dançam, sonhos que resistem

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Mesmo quando o corpo já não obedece, a memória e o espírito dançam.


A velhice pode prender-nos a uma cadeira, mas não apaga quem fomos, nem os sonhos que ainda ecoam nas paredes da alma.


A vida, afinal, continua a rodar ao som do nosso próprio gramofone interior.

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