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"Todo mundo tem amor próprio, se bem que nem sempre seja correspondido."
(Luís Fernando Veríssimo - In: "A Velhinha de Taubaté" - Porto Alegre: L&PM, 1a. edição | 1983).
[Foto de Erwin Blumenfeld - "Nude in Broken Mirror", 1944.]
O corpo é múltiplo, dividido entre a pele que vê e o desejo que sonha.
No espelho partido, encontra-se a nudez de quem ainda tateia o próprio amor, na vertigem da carne e da autocomplacência. Há quem se desnude só para compreender, na superfície fria do reflexo, que amar-se é, por vezes, uma ousadia não correspondida.
Restam pedaços, ângulos e promessas em suspensão; enquanto o erotismo resiste nos limites das fissuras, e o amor próprio, tal como Veríssimo diz, nem sempre nos devolve inteiro.
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