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No fundo, a balança é uma patriota: só respeita o peso do cidadão terrestre.
Se vivesse em Marte, tornar-se-ia imediatamente magro, e em Plutão seria apenas uma silhueta insignificante a desafiar a física.
O problema nunca foi o pão, mas a escolha do planeta. A nossa obsessão pelo peso evidencia aquilo que a ciência já sugere: o universo inteiro tem uma política de quotas diferente.
Moral da história: se alguém @ rotular de pesad@, responda com elegância cósmica: «Neste planeta, sou vítima da injustiça gravitacional!»
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