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Há amores que não precisam de rosto, apenas de forma.
Nesta escultura de Jean Pierre Augier, o amor é matéria e silêncio. São dois seres que se inclinam um para o outro, fundindo-se num gesto tão simples que se torna eterno.
O olhar é vazio, mas o vínculo é cheio: de ternura, de cumplicidade, de tudo o que não cabe em palavras.
O amor, afinal, não precisa de adornos, só de presença. Ele sustenta, envolve e protege, como se o tempo parasse entre dois corpos que se reconhecem. É um abraço que se transforma em eternidade, uma promessa moldada no ferro da vida.
Talvez amar seja isso: tornar-se abrigo sem pedir nada em troca, permanecer inteiro mesmo quando o mundo se desfaz à volta.
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