Alta costura a branco de corretor

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A obsessão por marcas chegou a um nível tão criativo que já nem é preciso cartão de crédito. Basta uma caneta de corretor e muito descaramento.


Nesta era em que o logótipo parece valer mais do que o corpo que o veste, inventamos estratégias geniais para pertencer ao clube do estatuto, mesmo que o tecido da conta bancária esteja cheio de buracos.


No fundo, continuamos a pintar riscos de “luxo” por cima da vida real, na esperança de que ninguém repare que a etiqueta é, literalmente, escrita à mão.

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